terça-feira, 12 de agosto de 2014

No Limite da Ousadia - Katie Mcgarry - Resenha


Sinopse - No Limite da Ousadia - Pushing The Limits - Livro 02 - Katie McGarry

No limite da ousadia conta a história de Beth Risk, a amiga durona de Noah, de No limite da atração. Este livro é um spin-off, passando-se no mesmo universo do primeiro, com participações especiais de Isaiah, Noah e Echo. Se você já é fã de No limite da atração ou está descobrindo este mundo agora, certamente vai se deixar envolver pela paixão perigosa e arrebatadora de Beth e Ryan. Beth é uma garota durona e tatuada que precisa cuidar da mãe drogada. Quando ela assume um crime para salvar a mãe, seu tio, um rico esportista aposentado, consegue a guarda da sobrinha e a leva para começar uma vida nova na cidadezinha do interior em que ele mora. E assim Beth se vê morando com uma tia que não a quer e frequentando uma escola onde ninguém a compreende. Exceto um único cara, que não poderia ser mais diferente dela... Ryan é o menino de ouro — um badalado jogador de beisebol, filho de um dos casais mais influentes da cidade. Ele e seus amigos gostam de fazer apostas envolvendo desafios que devem cumprir, e Ryan nunca perde. Por fora o atleta popular que todo mundo adora, ele está prestes a aprender que nem tudo é o que parece. O que começa como uma aposta se torna uma atração irresistível que nem Beth nem Ryan haviam previsto. Sem se dar conta, o cara perfeito vai arriscar seus sonhos — e sua vida — pela garota que ama. E ela, que não deixa ninguém se aproximar, vai se desafiar a apostar todas as fichas nesse amor. Com aparições de Noah, Echo e Isaiah, de No limite da atração, este livro conta a história de um amor que vai se construindo aos poucos, num jogo sedutor de vulnerabilidade e confiança.
No limite da Ousadia chegou no Brasil para abalar os alicerces! Eu amei esse livro demais, muito melhor que o antecessor. E olha que eu não esperava muito, já que eu não gostava da Beth no outro livro. Pois bem, aqui vamos nós!

 Eu já tinha lido o livro antes e é CLARO que não deixaria de ler de novo pela verus!

No primeiro livro da série conhecemos Beth como a garota rebelde, drogada e encrenqueira.
Esqueçam tudo sobre essa Beth, em No Limite da Ousadia conhecemos a verdadeira Beth Risk !

Beth teve uma infância difícil, com uma família negligente com exceção do seu tio Scot. 
O rico e famoso jogador de Baseball, para manter sua mãe em liberdade Beth é obrigada a voltar para sua cidade natal, para morar com seu tio. Lá ela se vê envolvida em um desafio com o lindo e charmoso Ryan Stone o típico garoto atleta e popular que não gosta de garotas como ela, ou será que gosta?

Ryan é um jovem talentoso e o mais popular da escola que adora desafios e não perde nunca! Ele é o filho perfeito de uma família perfeita. Bom, pelo menos essa é a imagem que seus pais o obrigam a passar. 

"Conheço meus limites, e, se alguém me despedaçar de novo, e nunca vou conseguir ter forças para juntar os cacos." - Beth para Ryan

Tudo começa com um desafio, sim , a premissa do livro é bem clichê. Mas, o que vemos em No Limite da Ousadia é um clichê não clichê. Ryan apesar de ser o garoto de ouro, é bem sensível e ele realmente acha a Beth interessante, apesar da aparência e do comportamento. E Beth não é o monstro que vemos em No limite da atração, ela é uma garota que teve os sonhos destruídos muito cedo da pior forma possível , além de passar muitos mal bocados pelas horríveis escolhas da mãe. Em suma, Beth consegue se reencontrar, aprende a confiar e amar mas sem deixar de ser ela mesma e Ryan aprende a se impor e a fazer suas próprias escolhas sem se importar com as aparências.Além de claro ambos encontrarem o verdadeiro amor.

"Essa é a nossa chuva Beth. Eu disse que te amava nesta chuva e quando você duvidar das minhas palavras, eu quero que você olhe para esta garrafa" - Ryan para Beth.

Eu amei No Limite da Ousadia, tudo que eu esperava ter em No Limite da Atração a autora colocou nesse! E olha que eu pensei que fosse ter aqui mais um daqueles clichês a La sessão da tarde. Adorei o Ryan, ele é fofo e romântico, basicamente a "mulher" da relação k. E a Beth é linda demais, muito guerreira, me sinto até mal por não ter gostado dela no primeiro livro. A química entre Ryan e Beth é perfeita! E a cena dela subindo a janela do quarto dele foi demais!

Se você quiser rir, chorar, se emocionar e se apaixonar esse é o livro certo! 




quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Prince of Thorns - Resenha




Sinopse:

Ainda criança, o príncipe Honório Jorg Ancrath testemunhou o brutal assassinato da Rainha mãe e de o seu irmão caçula, William. Jorg não conseguiu defender sua família, nem tampouco fugir do horror. Jogado à sorte num arbusto de roseira-brava, ele permaneceu imobilizado pelos espinhos que rasgavam profundamente sua pele, e sua alma. O príncipe dos espinhos se vê, então, obrigado a amadurecer para saciar o seu desejo de vingança e poder. Vagando pelas estradas do Império Destruído, Jorg Ancrath lidera uma irmandade de assassinos, e sua única intenção é vencer o jogo. O jogo que os espinhos lhe ensinaram.


Prince of Thorns é o primeiro livro da trilogia dos espinhos escrito por Mark Lawrence, lançado aqui no Brasil em Setembro de 2013. Devo dizer que a editora Darkside acertou em cheio quando o trouxe para cá.
O que normalmente se esperar de um "herói" ? Esperamos que ele ajude os mais fracos, salve as donzelas em perigo, tenha grande respeito pelo próximo e etc... Mas  o que nós temos nesse livro é exatamente o oposto, Principe Jorg é tudo aquilo que um herói não é ou seja ele é o nosso "Anti-herói" , o que mais me surpreendeu nesse livro é o fato de o Jorg ser realmente mal, ele não se arrepende do que faz e também não acha errado. Ele é praticamente um sociopata.



Em Prince of Thorns, vemos o quanto a mente humana pode ser incrível e o quanto uma boa estratégia e força de vontade pode vencer a força do maior de todos homens e até magias.
Jorg conduz suas batalhas como se jogasse xadrez, após a grande perda de sua mãe e irmão ele fica determinado a conseguir "justiça" e ele não mede esforços para isso. Se for preciso, matar, roubar ou estuprar ele o faz! Sem dúvidas, no entanto mediante a todas essas coisas o nosso pequeno Jorg ainda  é um homem que honra sua palavra se ele promete ele o faz. A trama nos mostra passagens do presente e do passado e a cada capitulo conseguimos entender bem o que se passa na estória, o que eu achei maravilhoso porque eu sou muito curiosa e odeio enrolação. Mark Lawarence realmente não enrola, e o livro em momento algum se torna chato ou monotuno a cada capitulo temos mais aventuras, mais estratégias, mais explicações. E conseguimos até rir um pouco(pelo menos eu consegui, tenho humor negro rs)

E os personagens secundários também são cativantes, eu particularmente adorei o Nubano e o capitão Makin. Espero que nos próximos livros o Mark se aprofunde um pouco mais nos personagens secundários, estou realmente ansiosa! O livro tem uma grande reviravolta no final e espero ansiosamente o segundo livro.

Espero que a Darkside lance logo(A trilogia já  está toda lançanda só nos resta esperar o tempo da editora agora). Enfim, o livro ótimo, leiam não irão se arrepender. Afinal eu não dei 5 estrelas atoa.


Perfil - Uly S Santos


                  Uly S Santos

Olá, i'm Uly. Tenho 20 anos, sou cristã e moro na cidade de São João de Meriti - Rio de Janeiro. Bom, e para os  curiosos sim, meu nome realmente é Uly não é um apelido e nem um pseudônimo , é apenas  o meu nome rs. Eu adoro moda,filme,séries,doramas,animes, livros,mangás e comics. Também adoro doces e tecnologia ,atualmente faço faculdade na área de T.I (Analise e Desenvolvimento de Sistemas) e meu maior sonho é viajar o mundo inteiro ♥
Eu e minha best criamos esse blog afim de trazer resenhas sobre tudo que amamos e admiramos e esperamos que vocês apreciem o nosso trabalho, have fun! 

                  

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Faculdade é coisa filme (só que não).



Eu não sei vocês, mas quando eu pensava em faculdade, me vinha a cabeça um monte de realidades baseadas em cenários cinematográficos. Eu tinha essa 'visão' de festas todo tempo, salas de aula enormes, professores gatos e como toda garota adepta a comedias românticas, encontrar minha alma-gêmea na sala ao lado. E isso é só o começo, a expectativa de encontrar um curso que eu goste e que me mantenha financeiramente era gigantesca, pra não falar exagerada. E ainda por cima, tive que lidar com o medo de não ir bem, de ficar em DP de cara, de ser odiada pela turma e de não conseguir abri a boca quando falarem comigo. Então no meu primeiro dia de aula, entrei naquela sala arrastando um pé atras do outro e orando em mil linguás diferentes na minha cabeça. Eu passei meu acolhimento - na minha faculdade e assim que chamam o primeiro dia, quando eles apresentam o lugar pra você - emburrada e supernervosa, mesmo não tendo motivos pra isso.
  Eu acho que a pior fase da vida de um universitário não esta nem no período de tempo do seu curso. Toda tensão, começa la no vestibular, aquela coisa estupidamente fácil que gera um terror psicológico que deixaria o Dr° Lecter orgulhoso. Além de estar na fase mais confusa da vida de alguém, aquele período pós adolescência e pré vida adulta.  E então vem o vestibular,que talvez seja a decisão mais importante que você vai ter que tomar na vida, colocar lenha na fogueira. Eu escolhi prestar o vestibular pra jornalismo, depois de mudar de ideia varias vezes -eu pensei até em engenharia mecânica!- eu acabei escolhendo depois de varias pesquisas, que incluirão faixa salarial, período de duração e mercado de trabalho. Algumas respostas foram positivas, outras nem tanto, mas eu não estava procurando a profissão perfeita, eu procurava a profissão perfeita pra mim. E eu acabei encontrando isso em jornalismo.
 Um dia eu faço um post sobre isso, mas hoje o assunto e outro.
Eu não sei se em todas as faculdade é assim, mas na minha, eu encontrei uma mistura de ficção e realidade bem interessante. Ao mesmo tempo em que algumas coisas são bem mais pé no chão que no colegial, outras fariam os meninos de American Pie pegar um avião para o Brasil sem pensar duas vezes. Os filmes certamente não são a descrição ideal, mas séria hipocrisia dizer que eles não tem uns bons pontos. Eu não vi - ainda- ninguém correndo pelado pelo corredor, mas toda semana tem uma chopada diferente no quadro de recados. Meus professores não são galãs de cinema, mas a maioria é bastante legal, e totalmente diferente do colegial. Eles tratam a gente como colegas de trabalho, não alunos. Acho que ser professor universitário não cobra tanto deles, porque estão ensinando adultos, perfeitamente responsáveis pelos seu atos, e notas. Por parte dos alunos é mais fácil também, já que podemos conversar melhor com eles, e se não estiver bem pra aula é só sair de sala. Ele não vai marcar seu rosto, porque além de ter 200 e tantos alunos, ele não se importa, é você que precisa do diploma não ele.
Eu também me preocupei atoa em ficara a parte. Eu fiz amigos com bastante facilidade, formei meu primeiro grupo de amigas meninas é ainda de quebra estou entre as mais 'nerds' da turma. Estou aproveitando bastante a faculdade, é acho que vai ser assim até fim.

Esse post ficou GIGANTE então vou fazer um segunda parte mais pra frente e torcer para alguém ler isso até o fim rs.


   

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Amando o tempo todo.



Essa semana eu perdi uma pessoa muito importante pra mim, minha mãe, para o câncer. Ela se foi, e eu ainda não consigo dizer a palavra com 'M' sem ter uma sensação estranha no estômago. Foi assustador ver ela daquele jeito, vazia. Eu passei por todo o processo de choro e gritaria nos primeiros momentos, fiquei em choque por um tempo, abraçando meus joelhos, então respirei e liguei pra minha melhor amiga, e pedi pra ela ficar comigo.
 Isso me fez por em perspectiva varias coisas na minha vida, uma delas foi amar mais quem eu já amava. Eu queria sair na rua e gritar 'EU AMO VOCÊS LOUCAMENTE!" para eles, abraça-los e dar todos os beijos do mundo em seus lindos rostos. Dizer como eu sou feliz por eles estarem ali comigo, é que nunca mais vou deixar de ir visita-los, ou chegar atrasada em nossos compromissos.  Que sempre podem contar comigo. E para aqueles que eu conheci a poucos meses, é entraram no meu coração com a delicadeza de uma britadeira, que não importa quantos anos passe, vamos continuar juntos.

Outra coisa que eu percebi, que vai contra o que eu acreditava ser, é que eu sou uma criatura social. Eu sempre me considerei uma solitária, mas agora, eu percebi como eu sou dependente das pessoas a minha volta. Da presença delas. Eu estou bem ao lado deles, calma e relaxada, então eu fico sozinha, é a tristeza vem com força. Eu realmente não sei como isso aconteceu, eu era extremamente antissocial a alguns meses, é agora sou uma borboleta. E estou feliz com isso.
E o que eu mais tive certeza observando tudo a minha volta, é que eu sou sortuda pra caramba. Eu sempre acreditei que felicidade não era um presente, algo pra ser encontrado, ou ganhado como premio por bom comportamento. Eu sempre acreditei que ser feliz era algo mais simples, algo além da sua conta bancaria, da sua vida social, da sua família. Pra mim sempre foi uma escolha de vida, acordar todos os dias e pensar que naquele dia eu ia ser feliz. Fácil assim. Alguns podem discordar _muitos podem discordar_  mas se pessoas sem nada, podem ser felizes, por que nós não?

Minha mãe foi pra longe, as ela deixou um monte de novas e não novas perspectivas de vida pra mim. Eu vou sentir faltar dela, mas sempre vou guardar o que ela me deixou de melhor.



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Eu conheci um menino chamado Harry



Hoje eu recebi uma das noticias mais felizes dos últimos meses. Uma que me encheu de alegria nostálgica, o tipo de alegria que me fez dar um sorriso secreto e querer guardar toda essa felicidade só pra mim. O tipo de alegria que enche os olhos de lacrimas, e faz seu coração bater mais rápido. Eu nunca me apaixonei, mas eu acho que quando acontecer, vai ser um pouco como esse tipo de alegria. O tipo de alegria que faz o mundo mais bonito. 

A onze anos atrás, minha mãe me levou ao cinema. Ela escolheu o cinema, o filme, o horário. Comemos um Mc Lanche Feliz e eu fui brincar no parquinho para esperar a seção. Era um dia de estreia, tudo estava tão cheio, mas nada absurdo. Havia um monte de crianças da minha idade lá. Todas com seus pais e familiares. Hoje eu me pergunto se eles sabiam. Os pais daquelas crianças. A moça da pipoca. O senhor que rasgou os tickets do cinema. A moça da loja de chocolates. 

Naquele dia, 23 de novembro de 2001, toda uma geração foi marcada. 

Naquele dia conhecemos um garoto chamado Harry Potter. 

Com um cabelo lambido e grande óculos redondos Harry não era um menino impressionante. Ele não extremamente inteligente, nem tinha a melhor das famílias. Ele era apenas um menino comum, que vivia sua vida comum. Um pouco mais medíocre que comum. 

Harry era um menino comum. 

Harry era um menino especial. 




Harry fez toda uma geração ser especial. Ele ensinou que sonhos são mais que imagens dispersas do que não podemos ter. Graças a Harry, eu fui uma criança, uma adolescente, é uma adulta muito mais feliz. Não foi só Harry. Foi Ron Weslley e seu cabelo vermelho. A inteligente Hermione. A brilhante Luna. A perseverante Gina. O malvado Draco. Os engraçados Fred e Jorge. O poderoso Dumbledore. O misterioso Snape. O leal Dolby. Todos é mais um pouco, ensinaram algo para milhares de crianças no mundo. 

Durante dez anos, Harry formou adultos sonhadores. 

E onze anos depois do inicio. Dois anos depois do fim. Um balão de alegria explode no meu coração, por que Harry vai nós emprestar seu universo mais um pouquinho. Um pouquinho da sua magia novamente. 
O livro 'Animais fantásticos & Onde abitam' vai virar uma série de filmes. Uma série de filme que vão trazes um monte de nostalgia para fãs, é criar um monte de novos fãs. 

Essa geração nunca vai saber como as palavras da Miss Rowling foram importantes em nossas vidas. Podem não entender a profundidade de emoções que ela despertou. Mas elas vão saber que seus pais, irmãos e tios são mais que adultos chatos. Quando nós verem la na cadeira do cinema, elas podem perceber que não é apenas mais um filme. Então talvez ela entendam. Talvez elas vejam, o que eu vi onze anos atrás, na tela do cinema. 

Talvez elas também tenham suas vidas mudadas.

Always. 




segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Perfil Evellyn Cardoso


 Oi, como vai você? E não. Não estou fazendo imitação do Pc Siqueira, foi totalmente acidental. Mas sério, tudo bem? Espero que sim. Estou enrolando porque não sei por onde começar. Se apresentar não é fácil naturalmente, é constrangedor e tudo mais. Mas se apresentar e deixar as palavras ao vento na internet é muito pior. De onde eu vim? Onde estudei? Onde eu corto meu cabelo? Não sou uma Web celebridade, então não vejo porque contar os pontos e virgulas da minha. Essas coisas não são realmente importantes quando você conhece alguém na rua. E é isso que vocês esta fazendo agora, me conhecendo. Então vou falar o que eu acho importante para compreender tudo que vou dizer aqui.
Meu nome é Evellyn Cardoso -Dãã-, é tenho 19 anos. Sou de Duque de Caxias no Rio de Janeiro, é amo esse lugar, mas trocaria por New York sem pensar duas vezes. Sou uma das blogueiras desse blog - vocês devem conhecer a Ully logo - eu faço Jornalismo, é um dos meus objetivos de vida é escrever um livro. Eu moro com minha tia a um ano e meio. Sai da casa dos meus pais achando que o mundo era meu , mas ainda estou trabalhando nisso.Eu nunca me apaixonei, mas acho que tem alguém em algum lugar ai pra mim, é morro de medo de esbarrar com ele na rua e ignorar porque estou olhando alguma vitrine. Adoro receber livros de presente, mas as pessoas esquecem disso no ultimo minuto. Eu sou uma comilona, mas sempre estou tentando fazer dieta. Eu vejo animes e ficção cientifica, mas não sou nerd - não sou inteligente o suficiente pra isso - adoro distopias , é meu ideal de utopia e meio caótico.Eu calço 36 mas as vezes compro um 35 ou 37. Minha maquiagem preferida é rímel e ainda estou descobrindo a coragem pra usar batom vermelho.Tenho um nível de inglês básico, mas pretendo melhorar isso. Eu choro toda vez com Dear Jonh, e só vejo filmes legendados. Adoro seriados mas Dexter e Supernatural tem um lugar especial no meu coração.Eu gosto de gatos.Bolo de chocolate. Chapéus.Cheiro de livro novo ou velho.Vilões. Kilt escocês. Sushi.  Fotografias. Animais fantasia.Patins. 
 Ufaaaa. Depois dessa até tive que pegar folego.